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segunda-feira, 15 de março de 2010

Espaço Modificado

A mudança faz parte da própria história. A Praça não pode ser entendida como um corpo separado, pelo contrário, faz parte do hipercentro de Belo Horizonte , é um corpo dinâmico , e por ser dinâmico , passa necessariamente por transformações para melhorar o espaço para as pessoas com diferente objetivo mas que usam o mesmo lugar.
Visando o perfil do público da Praça Sete, fizemos melhorias onde João do Rio se sentirá mais confortável e identificando seu espaço.
E assim fica a praça modificada.
Fotos da maquete fisíca
Fotos Da Maquete no Sketchup.
.

João do Rio de bem com seu espaço

Com a retirada do monumento central, a praça ficou com o espaço pronto para nossa intervenção.
Primeiramente colocaremos bancadas de 4 metros nas laterais do início do quarteirão em frente a Praça Sete, onde as floristas utilizarão como espaço de trabalho e também para expor a sua arte, e quando fora de horário de trabalho pode ser usado de outras maneiras.
Depois inserimos bancos funcionais que permitem o descanso de lojistas e pedestres , e que pode ser transformado em mesas de xadrez para o lazer doa que utilizam. Eles serão dispostos de certa maneira que facilitam a mobilidade dos pedestres no início do quarteirão pela rua dos Tupinambás.

Croqui dos bancos funcionais,onde serão para o descanso e para jogos.


Fotos no Sketchup dos bancos e como eles serão dispostos .

Colocaremos também bancos em formato de "S" , que irão medir 5 metros , no centro do quarteirão , para descanso de maior números de passantes e pedestres .

Disponibilizamos também postes com 30 metros de espaço de um para o outro , para uma iluminação uniforme e agradável.

Pensando no paisagismo, mantemos as árvores, que irão proporcionar aos passantes uma sombra fresca . Colocamos no centro do quarteirão uma fonte de 3,20 metros de altura e 4 metros de diâmetro, pois as fontes destacam o paisagismo do lugar , embelezando o lugar e contribuindo para uma sensação de frescor e bem-estar ás pessoas .As fontes dão um toque especial á áreas públicas.
Foto da Fonte no Sketchup e das árvores no quarteirão.
Finalmente colocamos telefones públicos no início e no final do qurteirão,pois eles são de grande utilidade pública.

Melhorando o uso e o espaço

Nossa intervenção visa melhorar o uso do espaço para todos.
Para começar a intervenção resolvemos retirar o monumento central, pois ele dificulta a visibilidade e ocupa um grande espaço no centro do quarteirão, onde queremos melhorar a circulaçao de pedestres e utilização do espaço.






Foto do monumento central no quarteirão.







Assim damos início á nossa intervenção, colocando o mobiliário urbano.

Croqui do quarteirão fechado da Rio de Janeiro , na Praça Sete, já com as modificações propostas.

domingo, 14 de março de 2010

O cotidiano da praça

Jogador de Xadrez:
Pelo quarteirão fechado fazer parte de uma praça, pessoas mais idosas, utilizam o espaço para convivência e lazer, onde se divertem jogando xadrez nas mesas improvisadas para os jogos.

Vendedor de Flores:
Por ser um local de grande movimento, vendedores de flores ambulantes aproveitam o espaço para mostrar seu artesanato e obter renda.
Lojistas:
O quarteirão fechado da Rio de Janeiro por ser cercado de comércio, existe um grande número de lojistas que utiliza o espaço para descanço, em seus horários vagos e fumar.
Passantes:
Por ser um quarteirão fechado que atravessa dois grandes eixos viários importantes no centro da cidade existe uma grande concentração de pedestre que utiliza o espaço como passagem.

sexta-feira, 12 de março de 2010

A escolha

Depois de praticarmos a errância pelo quadrilátero do hipercentro escolhemos para o estudo o quarteirão fechado da Rio de Janeiro entre a Avenida Afonso Pena e a Rua dos Tupinambas pois foi o local que despertou a nossa curiosidade por ser um lugar de muito movimento e ao mesmo tempo pode ser considerado um local vazio, por não ter uma função definida, cada pessoa utiliza o local de uma forma. Como forma de lazer e convivencia, de comércio ambulante, de passar o tempo livre, e até mesmo apenas de passagem.






Imagem de satélite do quarteirão da Rio de Janeiro.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Observando o hipercentro com novos olhares.

A partir do propósito de caminhar pelo hipercentro de Belo Horizonte e descobrir um vazio, começamos a praticar a errância pela Praça Sete.


O primeiro lugar que deparamos foi o quarteirão fechado da Rua Rio de Janeiro, pois é um lugar de muito movimento e ao mesmo tempo vazio, devido ao mal uso do espaço.



Continuando o percurso passamos pelo prédio do SESC, na rua Caetés, esquina com a Rua São Paulo. Ele nos chamou atenção pois é um prédio bonito e de arquitetura antiga, entre dois prédios modernos.

Ainda na Caetés, entre as Ruas Curitiba e São Paulo, encontramos uma pequena loja que situa-se no corredor da escada que da acesso a um prédio. É uma loja em escala pequena que está no meio a grandes lojas e comércios.
Seguimos em sentido a Avenida Paraná, na praça da rodóviaria, e encontramos um prédio de construção inacabada, sem revestimento, sem janelas, vidros e abandonado.


Voltando pela Rua Espírito Santo, entre a Avenida Santos Dumont e Rua Guaicurus, nos deparamos com uma casa velha, destruída e abandonada, com telhados quebrados e paredes mofadas. Além disso, está localizada ao lado do Hotel Habitar, que é uma construção recente e bem cuidada.
Assim foi nossa visita pelo hipercentro de Belo Horizonte.