Baseado nessa singularidade estética a releitura feita para a intervenção do objeto é estruturada a partir daquilo, que na visão do grupo, caracteriza e diferencia a Tafeltje. Assim definimos “o X da questão” como peça principal do mobiliário e o novo objeto traz a mesma estrutura na parte inferior da cadeira, pretendendo assim se somar ao móvel e não somente transformá-lo.
Tafeltje e a intervençãoAo tentar manter essa mesma linguagem na transformação do objeto, o grupo encontrou alguns obstáculos, sendo o principal deles a estrutura. Como fazer com que essa forma ficasse viável? Para isso foi necessário alguns ajustes, tais como: a angulação ergonométrica do encosto de 102º; o braço de apoio que dá mais estabilidade à peça, assim como foi pensado também na sua altura apropriada; o encaixe macho-fêmea nas duas peças transversais para suportar o peso; foi necessária a diminuição do assento em 10 cm e foi pensado igualmente na sua largura apropriada; além disso, houve o chanfro no pé da cadeira para que ela ficasse mais firme.


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